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	<description>Sindicato dos Trabalhadores em Cooperativas de Palotina e Região</description>
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		<title>Ex-governador Roberto Requião se envolve em nova confusão contra antigos aliados</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 11:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Fenatracoop</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Candidato ao senado teria sido agredido com dois tapas no rosto por João Lopes dos Santos, diretor empresarial do Porto de Paranaguá. Pela segunda vez em menos de três meses, o ex-governador Roberto Requião (PMDB) se envolveu em divergências político-partidárias que acabaram em agressões contra ele. Nesta segunda-feira (6), em Matinhos, no litoral do estado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Candidato ao senado teria sido agredido com dois tapas no rosto por João  Lopes dos Santos, diretor empresarial do Porto de Paranaguá.</p>
<p>Pela segunda vez em menos de três meses, o ex-governador <strong>Roberto Requião</strong> (PMDB) se envolveu em <strong>divergências político-partidárias</strong> que acabaram em <strong>agressões</strong> contra ele. Nesta segunda-feira (6), em <strong>Matinhos</strong>,  no litoral do estado, o candidato ao senado teria sido atingido por  dois tapas no rosto desferidos pelo diretor empresarial do Porto de  Paranaguá, <strong>João Lopes dos Santos</strong>, conhecido como João Feio.</p>
<p>Santos,  que também era amigo de Requião – a exemplo do atual governador Orlando  Pessuti (PMDB) -, não gostou que o ex-governador tenha dito em alto e  bom som que Pessuti iria para a cadeia “por ser ladrão”. Após retrucar  que as acusações diziam respeito à família do ex-governador, Santos, que  trabalha com Pessuti há quase 30 anos, partiu para cima de Requião e  acabou contido pelos presentes.</p>
<p>Pelo Twitter, o ex-governador negou que tenha sido agredido. “Mesmo  provocado não agredirei ninguém. Quero surrar os corruptos na eleição”.  “Entrei na política para defender o povo e não para ficar surrando  bêbados e desclassificados”, disse Requião.</p>
<p>Pessuti lamentou a confusão. “Eu e o Requião estamos juntos há 27  anos. Lamento as afirmações dele. Tenho plena convicção de que não sou  corrupto nem ladrão. Sempre pautei meu governo pela retidão e obediência  às leis”, disse Pessuti. “Eu nunca tinha sido motivo de briga nem entre  as meninas quando estava no colégio e agora aos 57 anos fio motivo de  discussão entre duas pessoas que já foram grandes amigos”, complementou,  em entrevista à Banda B.</p>
<p>Em julho, quando chegava a Campo Mourão para as comemorações da Festa  do Carneiro no Buraco, o candidato ao senado se desentendeu com o  ex-aliado e presidente do PPS no Paraná, <a href="http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=1021429&amp;tit=Rubens-Bueno-e-Requiao-se-agridem-em-aeroporto"><strong>Rubens Bueno</strong></a>.  Após de dar algumas declarações polêmicas pouco depois do desembarque,  Requião foi atingido por um tapa no rosto. Na época, Requião também  negou ter sido alvo de tal agressão. A reportagem é da Gazeta do Povo</p>
<p>Equipe Fenatracoop</p>
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		<title>Os pequenos precisam ser lembrados</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 11:17:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Fenatracoop</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Samuel Heck cria frangos e passou a investir em uma horta para tentar aumentar a renda de sua propriedade, em Carambeí. Pequenos agricultores ainda enfrentam dificuldades na região dos Campos Gerais. Base agrícola dos Campos Gerais está em grandes propriedades e agricultores familiares ficam à margem da riqueza. Formação de cooperativas pode ser uma saída. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.sintrascoopa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/homem-e-couves.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-21168" title="homem e couves" src="http://www.sintrascoopa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/homem-e-couves.jpg" alt="" width="372" height="248" /></a>Samuel Heck cria frangos e passou a investir em uma  horta para tentar aumentar a renda de sua propriedade, em Carambeí.  Pequenos agricultores ainda enfrentam dificuldades na região dos Campos  Gerais. </em>Base agrícola dos Campos Gerais está em grandes propriedades e  agricultores familiares ficam à margem da riqueza. Formação de  cooperativas pode ser uma saída.</p>
<p>Samuel  Heck, 55 anos, é agricultor em Carambeí, mas só vê de longe os números  da produção agrícola dos Campos Gerais. A região é a maior produtora de  milho do Paraná, com 1,2 milhão de toneladas colhidas na safra  2009/2010, o que representa 6% do total estadual. A produção de soja é  1,4 milhão de toneladas por ano, o que equivale a 10% do total do  estado. Além disso, a região tem a maior bacia leiteira do Paraná e  grandes indústrias de papel e madeira. Só que Heck não participa dessa  riqueza. Desde o início da década ele cria frangos e há dois anos passou  a investir em uma horta, para tentar aumentar a renda em sua pequena  propriedade.</p>
<p>A história de Heck é  um retrato do desenvolvimento agrícola dos Campos Gerais, que  privilegiou a agricultura extensiva e mecanizada, baseada na produção de  soja e milho, e deixou de lado os pequenos agricultores. “O grande  produtor já está suficientemente integrado, o produtor de milho e de  soja está bem servido. Mas o pequeno produtor não se beneficia da  estrutura disponível. Precisamos de agroindústrias voltadas para a  pequena propriedade”, defende Edson Armando Silva, mestre em História  Econômica da região dos Campos Gerais e professor da Universidade  Estadual de Ponta Grossa (UEPG).</p>
<p>Muitos desses pequenos proprietários de terra buscaram uma fonte  segura de renda na produção integrada do frango. O abatedouro cede o  pintinho e dá assistência técnica. O agricultor fica responsável pela  engorda e pelos cuidados sanitários. Mas, como a quantidade de  agricultores na região é grande, o preço do frango já não é tão  atrativo. “A empresa tem judiado. No começo, o preço era bom, agora eles  têm muitas exigências”, revela Heck, que sustenta a mulher e o filho  mais novo.</p>
<p>Como ele, outros agricultores de Carambeí começaram a buscar fontes  alternativas de renda. Unido a outros oito pequenos proprietários, Rech  formou uma associação de produtores de verduras de Carambeí. O desafio é  comercializar repolhos, brócolis e alfaces. “Produzir não é o problema.  Comercializar é que é difícil”, diz Heck. “Começamos uma feira livre na  cidade, mas não temos um ponto de entrega, não temos acesso aos  mercados.”</p>
<p>Para o professor do mestrado em Ciências Sociais e de Gestão do  Território da UEPG, Luiz Alexandre Cunha, um plano para desenvolver  econômica e socialmente os Campos Gerais deve envolver os pequenos  proprietários. “Precisamos que os pequenos agricultores tenham acesso à  educação, à formação técnica e a um outro emprego fora da propriedade  agrícola, que ajude a complementar a renda da família”, diz.</p>
<p><strong>Outro lado</strong></p>
<p>O contraste entre os grandes e os pequenos agricultores é grande. A  25 km da propriedade de Heck está a fazenda de Lucas Rabbers, 49 anos,  no distrito de Castro­landa, em Castro. O neto de imigrantes holandeses  herdou 40 alqueires de terra do pai, que dividiu uma propriedade entre  os oito filhos. Ele tem 100 alqueires, onde produz 14 mil litros de  leite por dia. A propriedade tem 16 empregados e 900 vacas, 450 delas em  lactação.</p>
<p>Os animais são criados no sistema de confinamento e boa parte da área  da fazenda é usada para pasto e silagem. A produção é toda mecanizada e  cada vaca tem um chip preso à orelha, que registra em um computador a  hora em que o animal foi ordenhado e quantos litros deu. Com esse  controle, Rabbers consegue, por exemplo, identificar animais doentes ou  selecionar os melhores para cria. “Meu pai produzia cerca de 30 litros  de leite por dia com 10 vacas. Hoje, eu tiro 30 litros por dia de um  único animal”, compara.</p>
<p>O suporte é uma cooperativa leiteira que leva o nome da comunidade e  concentra as famílias dos imigrantes holandeses que chegaram aos Campos  Gerais no início do século passado. A cooperativa garante a compra do  leite e fornece assistência técnica. Mesmo assim, Rabbers avalia que os  grandes produtores precisam de incentivos. Para ele, faltam bons  financiamentos, para expandir a produção, e garantia de preço. “O que  precisamos é de financiamento, com juros menores do que a inflação, para  fazer um novo galpão para confinamento. Também é necessária uma  política de preço do leite. Hoje está bom, amanhã está tão baixo que não  paga os custos.”</p>
<p><strong>A cooperativa é o futuro</strong></p>
<p>A experiência das cooperativas de Castro pode ajudar os pequenos  agricultores. O professor Edson Armando Silva avalia que uma das  possibilidades é auxiliar na estruturação de cooperativas para reunir os  agricultores que trabalham em escala menor. “A Vapsa, também em Castro,  é um bom exemplo. Ela industrializa mandioca e feijão produzidos por  pequenos agricultores, oferecendo esses produtos semiprontos para o  consumo”, afirma. “Ela fixa o produtor no campo e não precisa de uma  tecnologia muito cara para viabilizar a produção.” Outra alternativa é  incetivar a diversificação da produção, segundo o professor Cunha.  “Ainda há muita dificuldade [de diversificar]. Há opções como a  fruticultura de frutas temperadas, mel, turismo rural e pequenas  agroindústrias.”</p>
<p>Iniciativas como essas poderiam ajudar os Campos Gerais a melhorar as  estatísticas. Apesar da riqueza da agricultura concentrada em Ponta  Grossa, a região tem cidades com renda per capita interior à metade da  média do Paraná, como é o caso de Reserva e Ventania. “Dentre as  mesorregiões, esta apresenta a menor taxa de atividade da população  economicamente ativa e, ainda, a segunda maior taxa de desemprego,  superada apenas pela região metropolitana de Curitiba”, registra um  estudo regional feito no início da década pelo Instituto Paranaense de  Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). A reportagem é da Gazeta do Povo</p>
<p>Equipe Fenatracoop</p>
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		<title>Manchete nos Jornais para esta Quarta-Feira 08 de Setembro de 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 11:10:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Fenatracoop</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 113 casos, devassa ocorreu 2 vezes &#8211; &#8220;Fichas-sujas&#8221; arrecadam mais no fim da campanha &#8211; Deputados petistas são os que mais gastam para reeleição &#8211; Fisco levou 40 dias para apurar elo entre acessos &#8230; Folha de S. Paulo Lula contra-ataca e acusa Serra de &#8220;partir para a baixaria&#8221; O programa de TV de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em 113 casos, devassa ocorreu 2 vezes &#8211; </strong><strong>&#8220;Fichas-sujas&#8221; arrecadam mais no fim da campanha &#8211; </strong><strong>Deputados petistas são os que mais gastam para reeleição &#8211; </strong><strong>Fisco levou 40 dias para apurar elo entre acessos &#8230;<br />
</strong></p>
<p><em>Folha de S. Paulo<br />
</em><br />
<strong>Lula contra-ataca e acusa Serra de &#8220;partir para a baixaria&#8221; </strong></p>
<p>O  programa de TV de Dilma Rousseff (PT) recorreu ao presidente Luiz   Inácio Lula da Silva para reagir aos ataques da oposição e de José   Serra, candidato do PSDB, que responsabilizam a petista pela violação do   sigilo de pessoas ligadas ao PSDB.</p>
<p>Ao recorrer a Lula, o PT   espera estancar eventuais reflexos das quebras de sigilo nas pesquisas   de intenção de votos. A avaliação é que o presidente tem mais peso para   tentar esvaziar as acusações de envolvimento do PT e da campanha nas   violações.</p>
<p>Em um depoimento de 2min15s minutos, Lula chamou Serra   de &#8220;candidato da turma do contra&#8221; e o acusou de &#8220;partir para os  ataques  pessoais e para a baixaria&#8221;.</p>
<p><strong>Serra quer se fazer de vítima, diz Marina</strong></p>
<p>A  candidata do PV à Presidência, Marina Silva, sugeriu ontem que o   adversário José Serra (PSDB) tenta &#8220;se fazer de vítima&#8221; para ganhar   votos com o escândalo da Receita.</p>
<p>Numa referência ao tucano, a   senadora condenou a exploração do caso na campanha e insinuou que ele   quer ganhar votos com a quebra do sigilo fiscal da filha.</p>
<p>&#8220;As   eleições estão indo por um caminho que não interessa ao Brasil&#8221;, disse,   em entrevista. &#8220;Interessa para alguém ganhar as eleições se fazendo de   vítima para, de acordo com as circunstâncias, angariar a simpatia do   eleitor.&#8221;</p>
<p><strong>Definição de novo caça sai após eleições, diz Jobim</strong></p>
<p>O  ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que a definição sobre o  novo  caça que vai equipar a FAB (Força Aérea Brasileira) será feita  ainda  no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>A  decisão  será tomada por Lula em &#8220;questão de semanas&#8221; após as eleições:  &#8220;Antes  das eleições não acontecerá nada. O presidente deseja tomar a  decisão  ainda neste ano&#8221;, disse Jobim depois de acompanhar o desfile de  Sete de  Setembro em Brasília.</p>
<p>Jobim afirmou que já foi concluído o   processo de análise técnica, que avaliou os três modelos que disputam o   contrato bilionário com o governo brasileiro: o Gripen NG, da sueca   Saab, o F-18 Super Hornet, da americana Boeing, e o Rafale, da   fabricante francesa Dassault, favorito para vencer a disputa.</p>
<p><strong>Gestão Lula politizou Receita, diz Everardo</strong></p>
<p>O  ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel afirma que as   violações de sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB do presidenciável   José Serra decorrem de uma politização indevida do órgão. De acordo com   Everardo, que é filiado ao DEM, a ascensão de &#8220;facções sindicais&#8221;,   especialmente no governo Lula, facilitam o uso &#8220;criminoso&#8221; de   informações &#8220;valiosas&#8221; do fisco.</p>
<p>Responsável pela Receita no   governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), ele considera acessos   indevidos a dados de contribuintes inerentes &#8220;a qualquer sistema&#8221;, mas   não com a motivação que levou à quebra de sigilo do vice-presidente   tucano Eduardo Jorge Caldas Pereira e da filha de Serra, Veronica.</p>
<p><strong>Fisco levou 40 dias para apurar elo entre acessos </strong></p>
<p>A  Receita Federal demorou 40 dias para começar a investigar se há elo   entre os acessos a dados cadastrais do vice-presidente do PSDB Eduardo   Jorge em Minas e a quebra de sigilo dele e de outras quatro pessoas   ligadas ao PSDB em Mauá e Santo André.</p>
<p>A Folha teve acesso a   documento com data de segunda-feira no qual o grupo da corregedoria   responsável pela investigação diz que &#8220;aguardava o momento oportuno, no   decorrer dos trabalhos [...], para verificar possíveis vínculos, ou  não,  aos acessos realizados em Mauá&#8221;.<br />
No mesmo ofício, são citados  dez  acessos a informações básicas de EJ feitos pelo servidor da Receita  em  Formiga (MG) Gilberto Amarante, filiado ao PT.</p>
<p><strong>Falso procurador estava apto a votar no PT</strong></p>
<p>Documentos  do PT mostram que o contador Antônio Carlos Atella  Ferreira, o falso  procurador da filha de José Serra (PSDB), estava apto a  votar na  eleição do partido à época da quebra do sigilo fiscal de  Veronica, em  outubro.</p>
<p>Os documentos sobre a eleição, ocorrida em novembro de 2009, foram fornecidos à Folha pelo diretório da legenda em São Paulo.<br />
Segundo   o estatuto do PT, para votar na eleição, é preciso estar em dia com a   contribuição partidária ao menos no ano do pleito -em 2009, a taxa   mínima foi de R$ 15.</p>
<p><strong>Deputados petistas são os que mais gastam para reeleição</strong></p>
<p>Na  disputa para compor a maior bancada da Câmara no próximo ano, os   deputados federais do PT são os que mais gastam na campanha à reeleição.   A arrecadação deles cresceu 84% acima da inflação na comparação com   2006, a maior taxa de aumento entre os partidos.</p>
<p>Já os deputados   do PMDB, hoje o maior partido na Casa, têm uma campanha quase 30% mais   cara que a de quatro anos atrás. O aumento registrado nos cofres dos   peemedebistas está abaixo da alta média de arrecadação dos 412   candidatos à reeleição.</p>
<p>Embora aliados na disputa presidencial,   petistas e peemedebistas travam uma duelo para conquistar o maior número   de cadeiras e garantir, de acordo com a tradição, a presidência da   Câmara.</p>
<p>Dados das prestações de contas de agosto e setembro,   levantados no site do Tribunal Superior Eleitoral, mostram que a   campanha dos candidatos à reeleição na Casa ficou 54% mais cara no   período, passando de R$ 123,9 milhões a R$ 190,9 milhões.</p>
<p><strong>&#8220;Fichas-sujas&#8221; arrecadam mais no fim da campanha</strong></p>
<p>Os  nove candidatos a governador e ao Senado enquadrados pelos  Tribunais  Regionais Eleitorais na Lei da Ficha Limpa até agosto  arrecadaram 122% a  mais nesta reta final de campanha.</p>
<p>A receita,  hoje de R$ 6,9  milhões, aumentou R$ 3,8 milhões nos dois últimos meses.  Cinco entre os  nove &#8220;fichas-sujas&#8221; foram financiados por terceiros -um  principalmente  por pessoas jurídicas e quatro via doações indiretas  (partidos ou  comitês).</p>
<p>Dois entre os nove &#8220;fichas-sujas&#8221; foram  financiados  por comitês eleitorais. O candidato ao Senado Ivo Cassol  (PP-RO), por  exemplo, incrementou em 955% sua campanha sobretudo com  recursos do  comitê. São R$ 611 mil, ou 84% do total (R$ 721 mil).</p>
<p><strong>Promotoria acusa gestão Yeda de espionar políticos</strong></p>
<p>A  prisão do sargento César Rodrigues de Carvalho revela rastros do   funcionamento de um aparelho clandestino de espionagem contra   adversários políticos operado por assessores diretos da governadora Yeda   Crusius (PSDB).</p>
<p>Segundo o Ministério Público, pelo menos três   desses funcionários encomendaram ou receberam dados de Rodrigues:   Ricardo Lied, ex-chefe de gabinete de Yeda que trabalha na campanha   dela, a assessora Sandra Terra e o tenente-coronel Frederico   Bretschneider Filho.</p>
<p>Entre os espionados estão o candidato ao   governo gaúcho Tarso Genro, políticos do PT e do PTB e seus familiares,   jornalistas e policiais.</p>
<p><strong>Arrecadação de Anastasia é quase duas vezes maior que a da campanha de Costa</strong></p>
<p>O  candidato tucano ao governo de Minas Gerais, Antonio Anastasia, tem   uma campanha mais de duas vezes mais cara que a de seu principal   adversário, Hélio Costa (PMDB).</p>
<p>De acordo com a segunda prestação   de contas divulgada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a receita   de Anastasia no último dia 3 era de R$ 15,4 milhões, e suas despesas,  de  R$ 14 milhões.</p>
<p>Só o valor usado por ele com programas de  rádio e  TV -R$ 5,3 milhões- corresponde a quase o total de gastos de  Costa no  mesmo período. O peemedebista levantou R$ 8 milhões e teve  despesas de  R$ 5,8 milhões.</p>
<p><strong>Depois de bate-boca, Requião é agredido em restaurante por diretor de porto</strong></p>
<p>O  ex-governador e candidato ao Senado Roberto Requião (PMDB) foi   agredido anteontem pelo diretor comercial do porto de Paranaguá, João   Batista Lopes dos Santos, em um restaurante no litoral do Paraná.</p>
<p>Segundo   o diretor, ele e Requião participavam de um encontro da coligação   quando o candidato começou a ofender o atual governador, Orlando Pessuti   (PMDB), que não estava presente. Ele foi vice de Requião e o   responsável pela nomeação de Santos.</p>
<p>&#8220;Ele disse que o Pessuti é   ladrão e vai para a cadeia. Eu disse que o irmão dele [Eduardo,   ex-superintendente do porto] que é ladrão e dei dois tapas nele e ele   caiu no chão. Ele não sabe brigar. É piá de prédio&#8221;, disse Santos.</p>
<p>No Twitter, o ex-governador disse que Santos não chegou a atingi-lo com os tapas.</p>
<p><strong>Aliados pressionam Tuma a desistir da candidatura</strong></p>
<p>Internado  há sete dias no hospital Sírio-Libanês, o senador Romeu  Tuma (PTB-SP),  que disputa a reeleição, é pressionado por aliados para  desistir da  candidatura.</p>
<p>Em São Paulo, o PTB, comandado pelo deputado Campos Machado, é aliado de Geraldo Alckmin na campanha ao governo do Estado.<br />
Como   a chapa do tucano já contava com dois candidatos ao Senado, Aloysio   Nunes (PSDB) e Orestes Quércia (PMDB), Tuma acabou preterido da aliança   oficial, contando apenas com o apoio político do PSDB.</p>
<p><em>Correio Braziliense</p>
<p></em><strong>Todas as mulheres da presidenciável</strong></p>
<p>A  presidenciável petista Dilma Rousseff cercou-se de mulheres em sua   campanha pensando em aumentar o espaço das companheiras numa eventual   gestão, caso saia vitoriosa na corrida pelo Palácio do Planalto. São   ministras, assessoras e especialistas acadêmicas sempre acionadas para   ajudá-la no embate eleitoral, assessorá-la em questões específicas,   abrir portas com dirigentes políticos ou apenas compartilhar do dia a   dia da campanha.</p>
<p>Uma das pessoas mais próximas de Dilma é Maria  das Graças Foster,  diretora da Petrobras, dada como um dos nomes mais  certos num potencial  governo petista. Maria das Graças segue a  candidata desde os tempos do  governo Olívio Dutra. Na época, enquanto  Dilma era secretária de Minas e  Energia, a dirigente da Petrobras  chefiava a Sulgás. Hoje, é apontada  como uma possível ocupante da  Esplanada dos Ministérios ou como a futura  presidente da estatal de  petróleo.</p>
<p>Nessa especulação do espaço que as mulheres terão num  eventual  governo, Erenice Guerra, ministra da Casa Civil, e Miriam  Belchior,  subchefe da pasta responsável por tocar a gestão do Programa  de  Aceleração do Crescimento, aparecem como exemplos recorrentes. Mesmo  não  participando das turbulências diárias da campanha, são  responsáveis por  auxiliar a antiga chefe com números, dados e  informações do governo que  caem como uma luva no embate pelo Palácio do  Planalto. As duas sempre  surgem em conversas do comando eleitoral como  as fiéis escudeiras de  Dilma.</p>
<p><strong>O “bombeiro” de Dilma</p>
<p></strong>As   denúncias da quebra de sigilo fiscal de personalidades ligadas ao PSDB   levaram o presidente Lula a ocupar mais de dois minutos da sua  candidata  no horário eleitoral gratuito — um recurso que a campanha não  usava  desde a primeira semana de agosto. O mesmo Lula que apareceu em  plano  fechado defendendo a biografia de Dilma Rousseff naqueles  primeiros  programas de TV voltou ontem ao mesmo cenário para, no lugar  da  candidata, reagir aos ataques do PSDB. O presidente, que tinha dito  que  não faria um pronunciamento no Sete de Setembro por causa das  eleições,  terminou usando a Independência como um dos motes para sua  fala no  programa da presidenciável petista.</p>
<p>Ao citar a data,  Lula disse, sem citar nomes, que “uma nação forte,  independente e justa  não é feita por aqueles que só pensam em destruir e  colocam interesses  pessoais acima dos interesses do país”. Em seguida,  fez um apelo aos  adversários, para “que tenham mais amor” pelo Brasil.  Sem citar a  quebra de sigilo fiscal de Verônica, filha do candidato do  PSDB ao  Planalto, José Serra, ou de outros tucanos, ele foi direto: “O   candidato da turma da contra, que torce o nariz para tudo o que o Brasil   conquistou ao longo dos últimos anos, resolveu partir para a baixaria.   Tentar atingir com mentiras e calúnias uma mulher da qualidade de  Dilma  Rousseff é praticar um crime contra o Brasil. E, em especial  contra a  mulher brasileira”, disse o presidente.</p>
<p><strong>Palanque eletrônico</strong></p>
<p>A  mentira faz parte do jogo político. É estrela do horário eleitoral.   Está onipresente no cotidiano de escândalos do brasileiro. É assim na   propaganda dos candidatos a presidente. É assim no noticiário da vida   real. Na ficção da campanha, José Serra desmente Dilma Rousseff. Mostra   que a biblioteca, set de filmagens, está paralisada há seis meses por   uma greve de servidores da UnB. Aponta que os hospitais e a creche   visitados pela candidata estão em apuros. Na realidade do dia a dia, o   TRE de São Paulo desmente publicamente o PT e afirma que o senhor   Antonio Carlos Atella Ferreira, falso procurador da quebra do sigilo   fiscal de Verônica Serra, é definitivamente filiado ao partido.</p>
<p>O  telespectador, que deseja não ser um títere dessa eleição, fica  doido,  como uma folha ao vento, nessa tormenta de mentiras. No programa  do  PT, Dilma mostra a cracolândia em São Paulo, culpando os governos   municipal e estadual do PSDB pela calamidade humana. Depois, mostra   projetos de segurança que deram certo no resto do país, graças a   programas federais do presidente Lula. É quase inacreditável que essa   analogia primária faça algum sentido. São Paulo padece de problemas   nacionais. O flagelo do crack no país também está nas costas e na conta   do atual presidente. O programa do PT continua e o narrador é enfático.   “O que Dilma diz é comprovado pela realidade.” Será?</p>
<p><strong>Recursos tucanos para as disputas estaduais</strong></p>
<p>A  desvantagem eleitoral do candidato à Presidência pelo PSDB, José   Serra, fez com que o partido ampliasse o investimento de recursos   financeiros nas candidaturas aos governos estaduais. Os candidatos   tucanos ganharam aporte de R$ 47,8 milhões só no segundo mês, de acordo   com a prestação parcial de contas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).   No primeiro mês de campanha, os tucanos arrecadaram juntos R$ 12,3   milhões. De acordo as declarações de arrecadação entregues ao TSE, os   postulantes aos governos dos 26 estados e do Distrito Federal receberam   R$ 224 milhões e gastaram R$ 208,7 milhões nas campanhas.</p>
<p>Os  candidatos do PT aos Executivos estaduais tiveram aporte de R$  24,4  milhões no último mês e os do PMDB, de R$ 28,9 milhões. Se as  pesquisas  eleitorais se confirmarem, PSDB e PMDB seriam hoje as siglas  com maior  número de governadores eleitos. Cada partido faria cinco  chefes do  Executivo estadual. O PT viria em terceiro lugar, com quatro,  seguido  do PSB, com possibilidade de conquistar três estados.</p>
<p><strong>Desfile esvaziado na despedida de Lula</strong></p>
<p>O  calor intenso e a baixa umidade do ar na capital federal refletiram   diretamente no camarote presidencial durante o desfile em comemoração   ao Dia da Independência. O último Sete de Setembro de Luiz Inácio Lula   da Silva como presidente da República acabou desidratado. Dos 37   ministros, somente 18 compareceram ao evento na Esplanada. O presidente   do Senado, José Sarney (PMDB), também não compareceu. Lula assistiu a  um  desfile pouco empolgado, encurtado por causa da forte seca que  castiga  Brasília. Ao lado dele, a primeira-dama, Marisa Letícia; o  ministro da  Defesa, Nelson Jobim; o governador do Distrito Federal,  Rogério Rosso; e  o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB), vice na  chapa de Dilma  Rousseff (PT) na corrida presidencial.</p>
<p>Nem mesmo a  imponente banda presidencial, que inovou este ano ao  tocar um  repertório pouco convencional que incluía músicas da  norte-americana  Lady Gaga, da colombiana Shakira e do brasileiro Luan  Santana,  conseguiu levantar o ânimo do camarote onde Lula estava. O   vice-presidente José Alencar estava em Brasília, mas não foi à Esplanada   dos Ministérios. Ele se sentiu mal e preferiu permanecer na residência   oficial.</p>
<p><strong>Vale tudo para ser votado</strong></p>
<p>Com menos de  um mês para convencer milhares de eleitores a digitar  seus números na  urna eletrônica, candidatos a deputado federal ou  estadual estão  fazendo um verdadeiro malabarismo para ocupar todos os  espaços e serem  notados nas ruas da capital mineira. Vale tudo para  aparecer. Além de  disputar cada centímetro de passeios e canteiros com  cavaletes, eles  usam fachadas de loja e até estruturas dos outdoors,  proibidos pela  legislação eleitoral, para dar visibilidade a seus  banners e cartazes.</p>
<p>Na  Via do Minério, no Barreiro, nem mesmo uma cerca de arame farpado   escapou de ser feita de estrutura para propaganda eleitoral. O deputado   estadual João Leite (PSDB) é um dos que ocupam o espaço que, apesar de   pouco recomendado pelos critérios de segurança, deixa em evidência os   candidatos. Já o deputado federal Mário Heringer (PDT) e o ex-vereador   Osman Miranda (PTC) buscaram espaço mais alto. Os dois usaram a   estrutura de um out-door em uma movimentada esquina no Bairro Cidade   Nova, onde os carros passam para fazer o retorno para a Avenida   Cristiano Machado, para colocar seus minioutdoors.</p>
<p><em>O Globo<br />
</em><br />
<strong>Lula blinda Dilma e parte para o ataque</strong></p>
<p>Depois  de tentar ignorar o escândalo da quebra de sigilo fiscal de  tucanos na  Receita Federal por petistas, o comando da campanha do PT  mudou de  estratégia e o presidente Lula assumiu ontem a linha de frente  em  defesa da presidenciável Dilma Rousseff, na propaganda eleitoral   gratuita na TV, partindo para o ataque direto ao candidato José Serra   (PSDB).</p>
<p>Com tom duro e agressivo, Lula disse que Serra parte para  a baixaria e  tenta atingir Dilma com &#8220;mentiras e calúnias&#8221;. E que  atacar Dilma  significa &#8220;um crime contra o Brasil e contra a mulher&#8221;.  Lula ainda disse  que Serra é da &#8220;turma do contra&#8221; e que está  desesperado.</p>
<p><strong>Serra cita ‘valores de Cristo’ e pede fim de ‘enganações’</strong></p>
<p>O  presidenciável do PSDB, José Serra, evocou o o nome de Jesus  durante  visita a uma feira cristã, em São Paulo, para atacar  indiretamente a  campanha de sua adversária, Dilma Rousseff (PT).</p>
<p>Pouco antes de  entoar cânticos como &#8220;Glória, Aleluia&#8221;, acompanhado  por um grupo de  saxofonistas, o tucano disse não ser &#8220;cristão de boca de  urna&#8221;, e  aproveitou o ambiente religioso para dizer que Jesus é  &#8220;verdade e  justiça&#8221;, valores que &#8220;fariam bem na política&#8221;.</p>
<p>Sem citar os  adversários, Serra disse que iria transferir para a  direção do partido  falar mais sobre vazamentos de dados sigilosos da  Receita Federal, mas  diante de um público essencialmente evangélico, o  tucano disparou</p>
<p><strong>Em 113 casos, devassa ocorreu 2 vezes</strong></p>
<p>A  Receita Federal descobriu que 113 contribuintes tiveram seus dados   fiscais duplamente devassados. Do terminal utilizado pela servidora   Adeildda dos Santos na delegacia do Fisco em Mauá (SP), foram acessados,   em diferentes momentos, os CPFs dessas pessoas e também suas   declarações do Imposto de Renda.</p>
<p>Diante do indício de que todos  esses acessos foram imotivados, ou  seja, irregulares, a Receita vai  enviar cópia dos dados para apuração do  caso também pelo Ministério  Público Federal. O relatório deve ser  remetido até sexta-feira.</p>
<p>Segundo  a Corregedoria da Receita, em alguns casos, a consulta aos  CPFs foi  feita antes do acesso à declaração do IR. Em outros, ela foi  posterior.</p>
<p><strong>Marina critica tucano por se fazer de vítima</strong></p>
<p>Sem  citar o nome do adversário, a candidata do PV a presidente,  Marina  Silva, criticou ontem, de forma indireta, José Serra (PSDB) por  se  fazer de vítima no episódio das quebras de sigilo fiscal de tucanos e   da filha, Verônica Serra.</p>
<p>— Lamentavelmente as eleições estão  indo por um caminho que não é o  de discutir o que interessa para o  Brasil e para os brasileiros. É (o de  discutir) o que interessa para  alguém ganhar as eleições, se fazer de  vítima de acordo com as  circunstâncias para angariar mais simpatia do  eleitor. Congresso em  foco</p>
<p>Equipe Fenatracoop</p>
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		<title>Paraná tem avanço mais rápido</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 10:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Fenatracoop</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>

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		<description><![CDATA[Beneficiado por safra maior, indústria em recuperação e comércio aquecido, estado reverte queda do PIB e cresce mais que o país em 2010. Com indústria, comércio e produção agrícola crescendo acima de 10% neste ano, a economia paranaense demonstra estar superando, com sobras, o baque sofrido em 2009 – quando o Produto Interno Bruto estadual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sintrascoopa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/indústria.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-21160" title="indústria" src="http://www.sintrascoopa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/indústria.jpg" alt="" width="620" height="413" /></a>Beneficiado por safra maior, indústria em recuperação e comércio  aquecido, estado reverte queda do PIB e cresce mais que o país em 2010.</p>
<p>Com  indústria, comércio e produção agrícola crescendo acima de 10% neste  ano, a economia paranaense demonstra estar superando, com sobras, o  baque sofrido em 2009 – quando o Produto Interno Bruto estadual recuou  mais que o PIB brasileiro (-0,5% contra -0,2%). De acordo com um  indicador elaborado pelo Banco Central, a atividade econômica do Paraná  cresceu 13,2% no primeiro semestre, na comparação com igual período do  ano passado. Um avanço que supera não apenas o da média nacional, de  10%, mas que também é o mais forte entre os dez estados e quatro regiões  monitoradas pelo Índice de Atividade Econômica do BC (IBC).</p>
<p>Espécie  de prévia do PIB, esse índice se baseia em uma série de dados sobre o  desempenho do agronegócio, da indústria e do setor de serviços – deste  último fazem parte comércio, transportes, bancos, imobiliárias e outros.  E o Paraná leva vantagem em pelo menos três importantes variáveis  econômicas: produção industrial, vendas do comércio e faturamento do  setor agrícola.</p>
<p>O comércio não parou de crescer nem durante o ano da crise, e na  primeira metade de 2010 acumulou alta de 12,4% no estado, frente a 11,8%  em todo o país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e  Estatística (IBGE). De­­pri­­midas em 2009, as vendas de materiais de  construção recuperaram o fôlego neste ano. O varejo de equipamentos de  escritório, informática e comunicação, que cresceu 59% no ano passado,  praticamente repete a dose em 2010 (56%). E nem o fim dos incentivos  fiscais brecou as vendas de veículos, que avançaram 14% no semestre,  mais que em 2009 (11%).</p>
<p>O estado, que em 2009 foi vítima de severas quebras de produção no  campo, neste ano colhe sa­fra cheia. Segundo a previsão mais recente do  Ministério da Agri­­cultura, o Valor Bruto da Pro­­­dução Agrícola do  Paraná vai cres­­­cer 19,9% neste ano e somar R$ 21,8 bilhões,  recuperando boa par­­­te do terreno perdido em 2009. O dado só não é  melhor porque as cotações agrícolas não são das mel­hores – há dois  anos, quando o cenário de preços era melhor, o faturamento “da porteira  para den­­­tro” chegou perto de R$ 23 bilhões.</p>
<p>Embora tenha diminuído cerca de 3% na passagem de junho para julho, a  indústria paranaense também cresce a taxas próximas de 20% no ano,  conforme o IBGE – em todo o país, a alta é de 15%. E, nesse caso, o  Paraná cresce sobre uma base mais forte, uma vez que, no turbulento  2009, a produção recuou 2,1%, frente a uma retração média de 7,4% no  conjunto de todos os estados.</p>
<p><strong>Investimentos</strong></p>
<p>O ano da indústria também tem sido marcado por outro tipo de  superação. Em Campo Largo (região metropolitana de Curiti­­ba), a antiga  Tritec retomou a produ­ção de motores em fevereiro, após mais de dois  anos de interrupção, agora sob o comando da FPT Powertrain  Techno­­logies, que aplicou mais de R$ 250 milhões na modernização da  fábrica. No mesmo município, a Caterpillar anunciou, na semana passada, o  “resgate” das instalações que já abrigaram a Chrysler e a TMT Motoco.  Elas se­­rão reformadas por US$ 90 milhões (mais de R$ 150 milhões) e  voltarão à ativa em 2011, produzindo retroescavadeiras e carregadeiras.  Em termos de novos investimentos, o mais recente é o da Weber Quartzolit  – na quar­­­­­ta-feira, a empresa informou que vai construir, por R$ 20  mil­­­hões, uma fábrica de argamassas em Ibiporã (Norte do Paraná), com  operação prevista para o primeiro semestre do ano que vem.</p>
<div id="extraconteudo">
<h5>Mudança brusca</h5>
<p><strong>Desaceleração local também veio acima da média</strong></p>
<p>No Paraná e no Brasil, a robusta expansão econômica do primeiro  semestre resultou da combinação de dois momentos bastante distintos. O  forte crescimento dos primeiros três meses foi seguido por uma brusca  desaceleração entre abril e junho. E, assim como acelerou mais forte no  começo do ano, o Paraná também teve uma freada mais forte nos meses  seguintes.</p>
<p>No estado, a atividade econômica cresceu 6% de janeiro a março,  frente ao último trimestre de 2009, segundo o IBC. Na passagem do  primeiro para o segundo trimestre deste ano, no entanto, a alta não  passou de 1,3%. Em todo o Brasil, que desde o começo do ano já crescia  em ritmo mais contido, a transição foi mais suave – a taxa de expansão  do IBC, de 2,4% no primeiro trimestre, recuou também a 1,3% no segundo.  Vale ressaltar: nem o Paraná nem o Brasil assistiram a uma contração da  atividade econômica; o que ocorreu é que a expansão de ambos passou a  ser mais lenta.</p>
<p>Para o empresário João Paulo Zanona, dono da Danka Bolsas, a  desaceleração parece ter começado um pouco depois. “Na primeira metade  do ano, o crescimento foi de 16%. Este segundo semestre, no entanto,  está menos aquecido, tanto em relação ao primeiro quanto em relação ao  segundo semestre de 2009. A tendência é que no fechamento do ano a alta  fique em uns 10%”, diz Zanona. Segundo ele, a empresa, que produz pastas  e mochilas para notebooks, pode estar começando a sentir os efeitos da  concorrência chinesa. “Como o dólar está baixo há muito tempo, a  indústria de informática tem buscado os importados.” (FJ) A reportagem é da Gazeta do Povo</p>
<p>Equipe Fenatracoop</p>
</div>
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		<title>Paraná pode ter mais 16 pedágios</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 10:50:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Fenatracoop</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>

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		<description><![CDATA[Engenheiros do DER propõem a criação de novas praças de cobrança a serem administradas pelo estado em 1,4 mil km de rodovias. Mais 16 pedágios poderão ser instalados no Paraná, conforme proposta dos engenheiros do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PR), que alegam não haver outra alternativa para manter as estradas em boas condições de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sintrascoopa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/Caminhão-e-motorista-rodovias.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-21156" title="Caminhão e motorista rodovias" src="http://www.sintrascoopa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/Caminhão-e-motorista-rodovias.jpg" alt="" width="280" height="420" /></a></p>
<p>Engenheiros do DER propõem a criação de novas praças de cobrança a serem administradas pelo estado em 1,4 mil km de rodovias.</p>
<p>Mais  16 pedágios poderão ser instalados no Paraná, conforme proposta dos  engenheiros do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PR), que alegam  não haver outra alternativa para manter as estradas em boas condições de  uso. Estudo da Associação dos Engenheiros do DER sugere um novo modelo  de concessão: pedágios de conservação administrados pelo DER, sem fins  lucrativos, que arrecadaria dinheiro apenas para garantir manutenção e  sinalização adequada às estradas. “O pedágio é um modelo acertado para a  conservação das rodovias. O que precisa ser questionado é quanto se  paga por ele”, diz o engenheiro Osmar Lopes, representante da  associação.</p>
<p>O valor arrecadado com os 16  novos pedágios, se aceitos e implantados pelo governo, será de R$ 150  milhões: para a operação serão gastos R$ 50 milhões e so­­bram outros R$  100 milhões para serem investidos em conservação. Mas o saldo é  negativo em R$ 25 milhões caso o projeto de conservação se mantenha  constante. O valor faltante teria de ser reembolsado pelo próprio DER.  Hoje, o Paraná precisa investir, só em conservação, R$ 768 milhões  anuais, ou seja, R$ 64 milhões por mês.</p>
<p>“É praticamente o dobro do que o estado tem conseguido investir. A  arrecadação deste novo pedágio representa 13% do total, o que  contribuiria para termos estradas melhores”, afirma o engenheiro e  vice-presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquite­tura e  Agronomia do Estado do Paraná (Crea-PR), Gilberto Piva. O pedágio de  conservação, como o próprio nome diz, não fará novas obras, como  ampliação de faixas, duplicação ou construção de viadutos. Serve para  literalmente tapar os buracos nas rodovias e melhorar a sinalização. O  valor cobrado seria de R$ 2 de veículos de passeio, R$ 1 de motos e R$  2,50 por eixo dos veículos comerciais.</p>
<p>“A associação dos engenheiros quis dar uma contribuição com estes  estudos, no sentido de tentar desonerar um pouco o estado e, assim,  chegarmos a um trabalho mais efetivo”, diz o presidente da associação,  Octávio José Silveira da Rocha. Por meio de nota, o DER afirma que “o  programa dos engenheiros é um instrumento de gerenciamento que os  próximos governos e governantes poderão implantar no decorrer dos anos”.  Além disso, diz que “entre os objetivos destacados, está um melhor  gerenciamento da conservação da malha rodoviária”. Nenhum funcionário do  DER se mostrou disponível para entrevista.</p>
<p><strong>Mal necessário</strong></p>
<p>O pedágio é um tema ainda espinhoso no governo do Paraná por causa  das estradas da liberdade (caminhos alternativos às rodovias  pedagiadas), que não tiveram o sucesso esperado. Mas os próprios  engenheiros do DER (órgão do estado) admitem que os pedágios são  alternativa para o desenvolvimento do Paraná. As 16 praças seriam  distribuídas por 1,4 mil quilômetros de estradas estaduais (veja lista  no mapa). Usuários dividem opinião: alguns favoráveis, desde que a  tarifa não seja elevada e as estradas realmente melhorem, e outros  contra (leia matéria nesta página).</p>
<p>“Não queremos que o usuário pague por todas as rodovias em bom  estado, mas ajude a desonerar o tesouro estadual. Quem tem de acatar  isso é o governo, mas nós, engenheiros, sabemos o que precisa ser feito.  Temos de melhorar as rodovias para que o desenvolvimento econômico  aconteça. O Paraná precisa ter um PIB melhor”, explica Rocha. Para ele,  as rodovias não são os órgãos vitais do estado, mas são como artérias  que, se sufocadas, deixam de oxigenar o corpo e levam à falência  múltipla dos órgãos. “É dizer metaforicamente que o estado não cresce”,  diz.</p>
<p>O projeto dos engenheiros recebeu o nome de Programa Rodo­viário de  Ações para o Crescimento Econômico-Social do Paraná (Prorodar), que além  de tratar dos pedágios de conservação é um estudo aprofundado sobre a  situação das rodovias do Paraná: mapeia pontos onde ocorrem mais  acidentes, áreas críticas (e perigosas) que precisam ser melhoradas,  novos investimentos em infraestrutura (viadutos, duplicações), movimento  das estradas e também restauração, sugerindo que pelo menos 3,8 mil  quilômetros precisam de reparos e deveriam passar a ser primeira classe.</p>
<p>Apesar de sugerir a implantação do pedágio de conservação, o Prorodar  não poria fim aos outros modelos de concessão. Rocha explica que é  preciso ter as duas opções, uma mais cara e outra mais barata . “Lógico  que não é um plano fechado, mas queremos implantá-los para mudar o  perfil socioeconômico do Paraná”, diz.</p>
<p>O vice-presidente do Crea, Gil­berto Piva, acredita que o Prorodar  vai contribuir para a política pública, mas baseado em aspectos  científicos. “Há muito tempo não vejo uma proposta desta envergadura.  Ela mostra que é possível planejar. A população fica chocada em ter de  pagar, até porque já contribui com uma série de tributos, mas na medida  em que o pedágio mostrar que é possível deixar estradas em bom estado de  conservação, sem preços altos, isso será representativo”, diz. Piva  lembra que este novo pedágio servirá como termômetro para ver qual é o  melhor modelo a ser adotado. “Hoje não temos este subsídio de  comparação, entre pedágio privado e do DER.”</p>
<div id="extraconteudo">
<h5>Obras</h5>
<p><strong>Importantes, mas ainda no papel</strong></p>
<p><em>Cinthia Scheffer e Pollianna Milan</em></p>
<p>Depois de anos de discussões judiciais entre concessionárias de  rodovia e governo do estado, durante a gestão do governador Roberto  Requião, o diretor-superintendente da Ecovia e da Ecocataratas, Evandro  Vianna, espera sentar com a nova administração estadual para renegociar  contratos e viabilizar obras que ele considera “emergenciais”, como a  duplicação do trecho entre Foz do Iguaçu e Cascavel, na Região Oeste, e a  construção de um viaduto para acesso a Morretes, na BR-277.</p>
<p>A primeira obra foi suspensa e o caso está sendo discutido  judicialmente entre o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e a  concessionária. Ela inicialmente era para ter sido feita, mas, segundo a  Ecocataratas, por meio de um contrato preliminar, assinado com o  governo do Paraná em 2004, todas as obras foram retiradas do contrato de  concessão em função da redução tarifária. Segundo o DER, a obra do  viaduto na BR-277 está suspensa há dez anos.</p>
<p>Vianna defende que o prazo de concessão seja alongado, de forma a  viabilizar o retorno financeiro de novos investimentos, que não constam  do primeiro contrato, e diz que essa renegociação pode, inclusive,  significar uma redução no preço do pedágio. A Associação Brasileira de  Concessionárias de Rodovias, filial do Paraná, diz que uma das  alternativas, a exemplo do que acontece em São Paulo, tem sido colocar  na mesa de negociação a prorrogação de prazos contratuais, redução de  tarifas e inclusão de obras.</p>
<p>O vice-presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquite­tu­ra e  Agronomia do Estado do Pa­­ra­ná (Crea-PR), Gilberto Piva, concorda que  é preciso restabelecer cronogramas para poder cobrar novamente as obras  que deveriam ser feitas. “Temos placas de trânsito impossíveis de serem  lidas à noite”, diz. Piva acredita que uma solução pode ser a revisão  do prazo contratual, mas o governo precisa também se preparar para o  final da concessão se entender que o pedágio privado é mau negócio. A reportagem é da Gazeta do Povo</p>
<p>Equipe Fenatracoop</p>
</div>
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		<title>A política do deboche</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 09:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Fenatracoop</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>

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		<description><![CDATA[Quanto mais se acumulam as evidências de que o PT é o mentor do crime continuado da devassa na Receita Federal, de dados sigilosos de aliados e familiares do candidato presidencial do PSDB, José Serra, tanto mais o presidente Lula apela para o escárnio. É assim, desenvolto diante da exposição das novas baixezas de sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto mais se acumulam as evidências de que o PT é o mentor do crime continuado da devassa na Receita Federal, de dados sigilosos de aliados e familiares do candidato presidencial do PSDB, José Serra, tanto mais o presidente Lula apela para o escárnio. É assim, desenvolto diante da exposição das novas baixezas de sua gente, que ele procura desqualificar as denúncias de que as violações tinham a única serventia de reunir material que pudesse ser utilizado contra os adversários da candidata governista, Dilma Rousseff.</p>
<p>Do mensalão para cá, essa atitude só se acentuou. No escândalo da compra de votos no Congresso Nacional, em 2005, ele ficou batendo na tecla de que não sabia de nada e que, de mais a mais, o que a companheirada tinha aprontado &#8211; diluído na versão de que tudo se resumia a um caso de montagem de caixa 2 &#8211; era o que se fazia comumente na política brasileira. Depois, propagou e mandou propagar a confortável teoria de que as acusações eram parte de uma &#8220;conspiração das elites&#8221; para apeá-lo do poder. Mas não chegou a zombar acintosamente das revelações que iriam ficar gravadas na história de seu partido.</p>
<p>Já no ano seguinte, quando a polícia detonou a tentativa de um grupo de petistas, entre eles o churrasqueiro preferido de Lula, de comprar um falso dossiê contra o mesmo José Serra, então candidato a governador de São Paulo, o presidente incorporou ao léxico político nacional o termo &#8220;aloprados&#8221; com que, para mascarar a gravidade do episódio, se referiu aos participantes da torpeza. Agora, enquanto escondia a sua escolhida &#8211; acusada pelo tucano como responsável, em última instância, pela fabricação de novo dossiê com os documentos subtraídos do Fisco -, o presidente se abandonou ao cinismo.</p>
<p>No fim da semana, em um comício em Guarulhos, na Grande São Paulo, a que Dilma não compareceu, ele acusou Serra de transformar a família em vítima. Ou seja, o que vitimou a filha do candidato não foi a comprovada captura de suas declarações de renda por um personagem do submundo &#8211; cuja filiação ao PT só não se consumou por um erro de grafia de seu nome -, mas o &#8220;baixo nível&#8221; da campanha do pai, que tratou do escândalo no horário de propaganda eleitoral. E ele o teria feito porque &#8220;o bicho está em uma raiva só&#8221; diante dos resultados desfavoráveis das pesquisas eleitorais. &#8220;É próprio de quem não sabe nadar e se debate até morrer afogado&#8221;, desdenhou.</p>
<p>O auge da avacalhação &#8211; para usar uma palavra decerto ao gosto do palanqueiro Lula &#8211; foi ele perguntar retoricamente: &#8220;Cadê esse tal de sigilo que não apareceu até agora? Cadê os vazamentos?&#8221; Se é da filha de Serra que ele falava, o sigilo vazou para os diversos blogs lulistas que publicaram informações a seu respeito que só poderiam ter sido obtidas a partir do acesso ilícito aos seus dados fiscais. E o presidente sabe disso desde janeiro, quando o ainda governador Serra o alertou para a &#8220;armação&#8221; contra seus familiares na internet. Confrontado com o fato, Lula disse, sem ruborizar-se, ter coisas mais sérias para cuidar do que das &#8220;dores de cotovelo do Serra&#8221;.</p>
<p>Se, no comício, a sua pergunta farsesca tratava das outras pessoas ligadas ao candidato, como, em especial, o vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, o sigilo vazou para membros do chamado &#8220;grupo de inteligência&#8221; da candidatura Dilma. No caso de Eduardo Jorge, aliás, a invasão não se limitou à delegacia da Receita em Mauá, no ABC paulista, a primeira cena identificada do crime. Na última quinta-feira, o Estado revelou que um analista tributário lotado na cidade mineira de Formiga, Gilberto Souza Amarante, acessou dez vezes em um mesmo dia os dados cadastrais do tucano. O funcionário é petista de carteirinha desde 2001.</p>
<p>Ninguém mais do que Lula, com o seu imitigado deboche, há de ter contribuído tanto para a &#8220;maria-mole moral&#8221; em que o País atolou, na apropriada expressão do jurista Carlos Ari Sundfeld, em entrevista no Estado de domingo. Nem a bonança econômica nem os avanços sociais podem obscurecer o perverso legado do lulismo. Por minar os fundamentos das instituições democráticas, essa é hoje a mais desafiadora questão política nacional. A matéria é do O Estado de S.Paulo</p>
<p>Equipe Fenatracoop</p>
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		<title>Curitiba testa novo sistema de segurança no Desfile da Independência</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 09:41:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Fenatracoop</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Cerca de 80 mil pessoas acompanharam ontem (7), na capital paranaense, o desfile em comemoração ao Dia da Independência. O destaque deste ano foi o sistema usado para garantir a segurança da população e das cerca de 10 mil pessoas que desfilaram pela Avenida Cândido de Abreu, no Centro Cívico. Com sete câmeras (quatro fixas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 80 mil pessoas acompanharam ontem (7), na capital paranaense, o desfile em comemoração ao Dia da Independência. O destaque deste ano foi o sistema usado para garantir a segurança da população e das cerca de 10 mil pessoas que desfilaram pela Avenida Cândido de Abreu, no Centro Cívico.</p>
<p>Com sete câmeras (quatro fixas e três móveis), a nova unidade móvel da Guarda Municipal foi testada hoje e vai auxiliar na implementação da segurança em Curitiba.</p>
<p>Segundo o prefeito Luciano Ducci, a abrangência das câmaras chega a um raio de 13 quilômetros e vai oferecer suporte em eventos de grande concentração de pessoas. Ele informou que técnicos do Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta 2) participaram do treinamento para execução do esquema de segurança.</p>
<p>&#8220;Hoje estamos monitorando o local do desfile, mas a unidade pode muito bem sair daqui e ir para outros locais, como o Parque Barigui [um dos maiores e o mais frequentado parque da cidade]. Estamos implementando um equipamento fundamental na segurança de Curitiba”, afirmou o prefeito.</p>
<p>Além de escolas municipais e estaduais, da Guarda Mirim,da União dos Escoteiros do Brasil, de desbravadores e de representantes de diversas entidades sociais, participaram do desfile tropas do Exército, da Marinha, Aeronáutica e Polícia Militar.</p>
<p>A reportagem é da EBC</p>
<p>Equipe Fenatracoop</p>
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		<title>Ampliado o uso do FGTS em consórcio</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 09:23:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Fenatracoop</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ampliou o leque de possibilidades para que os trabalhadores possam abater parcelas ou quitar consórcios imobiliários usando o saldo de suas contas. A partir de agora, as pessoas que adquiriram um imóvel por consórcio poderão usar o FGTS para amortizar a dívida ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ampliou o leque de possibilidades para que os trabalhadores possam abater parcelas ou quitar consórcios imobiliários usando o saldo de suas contas.</p>
<p>A partir de agora, as pessoas que adquiriram um imóvel por consórcio poderão usar o FGTS para amortizar a dívida ou liquidá-la mesmo que na data de compra da nova moradia elas estivessem pagando um financiamento do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).</p>
<p>Essa possibilidade consta de resolução publicada na edição de sexta do Diário Oficial da União, que alterou dois itens das regras fixadas pelo próprio conselho curador em dezembro do ano passado.</p>
<p>A mudança permitirá, por exemplo, que uma pessoa que adquiriu um imóvel por consórcio em junho possa usar o FGTS agora para abater ou quitar a dívida, mesmo que naquele mês ela fosse mutuária do SFH ou já tivesse um imóvel em seu nome.</p>
<p>O dinheiro do fundo será liberado a partir do momento em que o trabalhador comprovar que o financiamento anterior foi quitado e o imóvel financiado tenha sido vendido ou transferido para outra pessoa.</p>
<p>Pela regra anterior, mesmo que o financiamento fosse quitado e o imóvel fosse vendido ou transferido, o trabalhador não poderia usar o FGTS para abater sua dívida no consórcio. “A mudança é bem sutil”, afirmou José Maria Leão, superintendente nacional do FGTS.</p>
<p>“Ela permite que pessoas que lá na origem tinham um impedimento, e hoje não têm mais, possam vir a utilizar o FGTS”, acrescentou.</p>
<p>De acordo com Leão, continua vedado o uso dos recursos do Fundo de Garantia para abater ou quitar uma dívida de consórcio nos casos em que o trabalhador ainda esteja pagando um empréstimo do SFH. “O propósito do FGTS não é investimento em habitação, o propósito é viabilizar moradia para quem não tem”, disse.</p>
<p>A mudança anunciada na regra foi feita depois que alguns administradores de consórcio encaminharam ao Conselho Curador reclamações de alguns mutuários que tiveram o uso dos recursos do FGTS negado, mesmo sem terem contraído empréstimos no SFH ou imóveis em seu nome. A matéria é de Renato Andrade – Agência Estado</p>
<p>Equipe Fenatracoop</p>
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		<title>Proposta do Beto Richa para a Agricultura do Paraná</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 13:34:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Fenatracoop</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório]]></category>

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		<description><![CDATA[Questões da terra. Força para o Agricultor. Força para a produtividade mais técnicos a EMATER, IAP. Agricultura familiar. Melhores estradas rurais. Entre outras propostas para a agricultura. Assista o vídeo da proposta. Apoio: Fetracoop/Fenatracoop]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.sintrascoopa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/Beto-Richa-Governador.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-21144" title="Beto Richa Governador" src="http://www.sintrascoopa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/Beto-Richa-Governador.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a>Questões da terra. Força para o Agricultor. Força para a produtividade mais técnicos a EMATER, IAP. Agricultura familiar. Melhores estradas rurais. Entre outras propostas para a agricultura. Assista o vídeo da proposta.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/eH0JAewWxmo" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/eH0JAewWxmo"></embed></object></p>
<p>Apoio: Fetracoop/Fenatracoop</p>
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		<title>Cabrito ao Fogo de Chão, ato cívico e final do rodeio marcam último dia da ExpoPalotina</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 13:21:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Fenatracoop</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Palotina]]></category>

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		<description><![CDATA[Edição 2010 da ExpoPalotina marca as comemorações do 50 anos de Palotina A edição 2010 da ExpoPalotina chega ao fim nesta terça-feira, 7, com inúmeras atrações no Parque de Exposições João Leopoldo Jacomel. Um ato cívico na Arena Universitária, organizadora pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura marcará o aniversário da Independência do Brasil e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.sintrascoopa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/expoFest.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-21138" title="expoFest" src="http://www.sintrascoopa.com.br/wp-content/uploads/2009/03/expoFest.jpg" alt="" width="220" height="146" /></a>Edição 2010 da ExpoPalotina marca as comemorações do 50 anos de Palotina</strong></p>
<p>A edição 2010 da ExpoPalotina chega ao fim nesta terça-feira, 7, com inúmeras atrações no Parque de Exposições João Leopoldo Jacomel. Um ato cívico na Arena Universitária, organizadora pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura marcará o aniversário da Independência do Brasil e também o ano do cinqüentenário de emancipação de Palotina. As atividades serão realizadas a partir das 10h. Nesta terça-feira também será servido o prato típico do município, Cabrito ao Fogo de Chão, evento organizado pela Sociedade Rural. Centenas de pessoas são esperadas para o evento que começa a ser organizado desde a madrugada quando o prato começa a ser preparado. Segundo o presidente da Comissão Central Organizadora da ExpoPalotina, Ademir Mariani, o Cabrito ao Fogo de Chão é apenas uma das novidades do festival Gastronômico do evento que neste ano atraiu milhares de pessoas se constituindo em um sucesso. “Tivemos diversos pratos servidos durante o evento e sem dúvida a gastronomia da ExpoPalotina alcançou êxito. Com o cabrito ao Fogo de Chão vamos coroar este sucesso”, aposta Mariani.</p>
<p>Muitas emoções ainda são reservadas para o último dia da ExpoPalotina. Às 10h será aberta a exposição da Indústria, Comércio e Serviços. Às 11h será feita a abertura dos restaurantes e lanchontes. Ao meio dia será servido o Cabrito ao Fogo de Chão. Na parte da tarde haverá matinê com a Banda Ecco Fest, na Arena Universitária. Também acontecem exposição de animais e produtos da agroindústria familiar. Na parte da noite acontece a grande final do rodeio na Arena de Eventos com uma sensacional queima de fogos.</p>
<p><strong>AVALIAÇÃO</strong></p>
<p>O prefeito Luiz Ernesto de Giacometti avaliou que a ExpoPalotina 2010 está atingindo os objetivos programados, atraindo a atenção do público e mostrando produtos e serviços de qualidade. “Na verdade a ExpoPalotina mostra as potencialidades do nosso município e região. Pela característica e forma de organização, desperta a atenção do público que vem de várias regiões prestigiar nossa festa. Agradecemos aos expositores, voluntários e a população por fazer da Expo Palotina o melhor evento local e regional”, destaca o prefeito.</p>
<p><strong>O QUE VEM NA EXPOPALOTINA 2010</strong></p>
<p>Exposição Comercial, Industrial e de Serviços</p>
<p>Vitirne Rurbana (produtos da agroindústria familiar)</p>
<p>Exposição de animais (bovinos, caprinos e ovinos)</p>
<p>Rodeio Profissional</p>
<p>Exposição História de Palotina</p>
<p>Parque de Diversões</p>
<p><em><strong>Evento: ExpoPalotina 2010</strong></em></p>
<p><em><strong>Local: Parque de Exposições João Leopoldo Jacomel – PALOTINA-PR</strong></em></p>
<p><em><strong>Como chegar: PR 364, saída para Assis Chateaubriand</strong></em></p>
<p>A reportagem é da Assessoria do Gabinete do Prefeito de Palotina &#8211; Marcelo Silva</p>
<p>Equipe Fenatracoop</p>
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